há uma lentidão de bichos nos carros parados na hora do rush como elefantes enfileirados a rugir suas trombas contra o céu numa melódica dança monótona
passos lentos por vez incertos do caminho tateado entre espaços de outros animais pesados subindo uma trombeta lentamente expelindo um som nasal
a calma do bando frente suas cabeças animais com dentes curvados pontiagudos incitando o perigo da selva
3 comentários:
Na verdade, já conheçia seus escritos lá do OVERMUNDO, mas anos não volto lá, pois achava chato aqueles pedidos de mil poetas para votar em seus textos. Ficava parecendo "eleição", sei lá. Bom, mas voltei e li uma poesia sua que gostei muito e acabei aqui, pois seu blog achei lá. Conclusão,você continua em forma. Este seu poema é quase tocável de tão real e belo, é claro. Parabéns. Angelo Pessoa.
Voltarei!
CORRIGINDO(!!!): "CONHECIA". É que ia usar "conheço" e depois desisti. Por favor, publique este comentário tb. Caso contrário estarei perdido...kakakaka
Abração
Angelo Pessoa
Opa Angelo! tudo bem? Valeu heim! Sempre ótimo saber que alguém gosta. É um empurrão a mais na dedicação.
abração!
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